Isto não é um site de verdade!

Você nem está aqui... é apenas um delírio.

Eu me chamo Marcio Baião.

Esta mistura insalubre de cultura inútil... Animes, filmes, games, música, quadrinhos, séries e programas de TV antigos.

Escrever artigos e crônicas começou como hobby... devido à minha paixão por filmes de terror perdidos e cinema fantástico em geral. E o fato é que nunca me senti nerd, geek ou algo assim, nem aprecio a nostalgia apenas pela nostalgia; realmente gosto de entender contextos históricos, sociais e culturais que moldaram cada produto de entretenimento. ​

Trabalho como analista de desempenho esportivo desde 2005 e, de tempos em tempos, ocasionalmente, vendi roteiros com temática histórica sobre cultura pop ou de humor para criadores de conteúdo digital. Isso acabou se tornando minha profissão principal devido à pandemia, e logo me vi desenvolvendo meu próprio conteúdo (muito pessoal), com ideias que ninguém se interessaria em utilizar.

Grosso modo, sou um subproduto urbano vivo do centro da minha cidade, que talvez seja mais vivo do que eu mesmo. Normalmente me digo filho sanguíneo dos mangues, bares e fliperamas do Recife, pois cresci com mangues ao alcance de um quintal, e apaixonado por videogames, mesmo sem ter um. Portanto, vivi entre fliperamas (que aqui chamamos de 'playtime'), que, claro, eram, em sua maioria, em bares.

Mas, como a maioria dos meus amigos que já se foi deste mundo, também sou subproduto do abandono, da violência extrema, do abuso e, principalmente, dos meus próprios erros...

Minha personalidade é difícil, sempre foi, e tinha que ser... Não sou bom, ou fácil, nunca fui. Os confrontos psicológicos, verbais e quase sempre físicos fazem parte do que eu sou e são fortemente refletidos no que eu escrevo e falo... E isso é o que eu trago de diferente no conteúdo que crio, alma? Não... Alma não... Vísceras!

Tudo que faço é narrado como conversa de boteco qualquer, mas sempre com muita paixão; já que ajo como se amanhã eu fosse estar morto... Afinal... Todo amanhã pode ser o último.

E assim vou ser até o meu último amanhã. Tenho esta dívida comigo mesmo e com as pessoas que me esperam, não no céu, ou no inferno, mas na lama para onde voltaram, a lama do mangue que me cuspiu neste mundo.

Então... Seja falando sobre games, filmes, humor, esportes ou qualquer coisa.

Este sou eu...

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